Sobre

O Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) nasceu em janeiro de 1998 para representar produtores de uva, sucos, vinhos e espumantes do país.

É um espaço de diálogo que concilia as opiniões de agricultores, empresas do ramo, cooperativas e membros do governo na busca do desenvolvimento da cadeia vitivinícola brasileira. Além de estimular e fiscalizar a porção produtiva do setor, é papel do Ibravin promover e divulgar os derivados da uva nos mercados interno e externo. A entidade reúne em seu conselho de administração as principais entidades do segmento no país e é reconhecida pela Organização Internacional do Vinho (OIV) como a responsável por conduzir as demandas das vinícolas brasileiras no ambiente internacional.



Estrutura

Instalado em Bento Gonçalves (RS), coração da maior região vitivinícola brasileira, o Ibravin funciona como elo entre as diferentes pontas da cadeia produtiva da uva no país. A prova disso é a representatividade de seu conselho deliberativo, órgão executivo composto por membros indicados de demais entidades do setor.

Cabe a esse grupo definir as estratégias a serem implementadas pelo Ibravin. Integram o quadro de associados colaboradores: Um titular e um suplente, representantes do Governo do Estado do Rio Grande do Sul Dois titulares e dois suplentes, representantes dos produtores de uvas Dois titulares e dois suplentes, representantes das indústrias Dois titulares e dois suplentes, representantes das cooperativas vinícolas Um titular e um suplente, representantes dos enólogos através da Associação Brasileira de Enologia Um titular e um suplente, representantes do Conselho Consultivo. O Conselho Deliberativo não trabalha sozinho. Em suas decisões, recebe o apoio técnico dos Comitês de Mercado, times de especialistas com foco dividido entre os mercados doméstico e internacional. São formados por integrantes das principais associações do setor vitivinícola brasileiro, dirigentes da área comercial das vinícolas e por representantes das maiores empresas que comercializam vinho engarrafado no Brasil e no Exterior.



Fontes de recursos

O Instituto tem como principal fonte de recursos o Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura do Rio Grande do Sul (Fundovitis), capital formado pelo recolhimento de taxa junto às vinícolas conforme o volume de uva industrializado e creditada no pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O Fundo é gerenciado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária (SAP) e regido pela Lei nº 10.989, de 13 de agosto de 1997. A implementação de projetos com recursos do Fundovitis é avaliada internamente pelos membros do Conselho Deliberativo e, após consentida, passa pelo Conselho Deliberativo do Fundovitis, em que é submetida a avaliação, aprovação e posterior execução. O Instituto executa ainda projetos em parceria com o Governo Federal por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil), além de contar com a contribuição das vinícolas em iniciativas específicas.